ATENDENDO A PEDIDOS

Publicado em Uncategorized

Atendendo aos insistentes pedidos de alguns participantes, estou mudando uma regrinha do concurso.
AGORA PODE PARTICIPAR ENVIANDO QUANTOS CONTOS INÉDITOS QUISEREM!!!!
10
15
25

Limite aqui só o da criatividade dos participantes.
Boa Sorte!
Lembrando que o prazo é até 18/12!
Tá acabando…
E eu ainda to doente. Volto depois.

Citações

Publicado em Uncategorized

Sub-Tema: Razões pelas quais Séfora é minha amiga:

É hora de reencontrar os amigos e continuar aturando os demais coleguinhas. Pobrezinhos, até que eles se esforçam, mas convém dizer que pouca gente ali vai chegar a algum lugar que realmente faça a diferença. Não porque são burros, mas porque não sabem o que fazer com a inteligência que têm.”

Comentário malvado censurado.

Reciclagem

Publicado em Crônicas

Tava aqui pensando, enquanto o meu irmão me enche o saco, no quadro da parede.

A minha mãe pintou na fase grande artista séria dela, que felizmente acabou. Quer dizer, não que ela não pintasse bem, ela tem muitos talentos e a pintura é um deles, só que eu odiava o fato da casa inteira virar um ateliê. Tinha muita tinta, pincel e tela espalhados pela casa toda, sem contar que havia várias coisinhas que no meu planeta se chamam lixo, mas na terra da minha mãe sempre ganhavam alguma utilidade oculta para qualquer um, mas para ela sempre estavam bem visíveis.

O estranho sobre a minha mãe, era que ela sempre me impedia de jogar essas coisinhas fora com a seguinte discussão:

-Ei! Solte! Deixe isso aí que eu quero!

-Pra fazer o quê?

-Não interessa! É meu e pronto! Eu vou precisar!

-Mas mãe, isso é lixo. Vai ficar só entulhando… Você nunca vai usar isso que isso não serve pra nada.

-Tem nada não. Eu guardo e jogo fora na próxima faxina.

Ela sempre me vence porque eu começo a rir. Minha mãe parece criança. A gente tem que ficar prestando atenção nela se não ela apronta alguma. Como ela aprontou quando pintou o quadro que eu estou olhando agora.

Nada demais, é só um quadro na parede, nem moldura tem. O problema é que o que esse quadro me passa é uma solidão horrorosa. Sei lá. Acho que é aquela casinha coberta de neve. Mossoró é tão quente, a casinha é o quadro inteiro. Gelada e sozinha no meio do nada, quer dizer, de um monte de arvorezinhas secas, dá um dó.

O outro quadro dela é de um monte de girassóis afogados. Que ela não me leia, mas aqueles girassóis estão dentro de algum aquário, sem contar que têm umas algas flutuando no espaço. Muito estranho. Afogadamente estranho.

Lá em casa sempre foi assim: mãe ficou com todas as habilidades manuais, ela é do tempo que mulher devia ser prendada, e eu nunca aprendi a amarrar meu próprio cadarço. Às vezes acho isso uma tremenda injustiça, outras, bastante cômodo. Eu sou uma preguiçosa bastante feliz, se eu fosse desarrumar tudo o que eu já não ajudo a pôr em ordem, as confusões seriam bem maiores. Na verdade, o que eu gosto mesmo é de não fazer nada assim. Meu esporte favorito é me dedicar à fina arte de não fazer absolutamente coisa alguma. Não digo que gosto de não fazer nada porque quem não faz nada, faz alguma coisa, o que não é o meu caso.

Meu negócio é ócio mesmo. Vagabundagem. E solidão.Que nem o quadro da minha mãe.

Massagem internacional no ego

Publicado em Uncategorized

O Analytics acabou de me informar uma coisa que eu nem desconfiava:

O Caderno é internacional.

De verdade. Eu tenho 15 leitores – e fiéis – no Vietnã (O.o)

Tem mais 6 na Polônia, Angola e Bulgária. Dois em Servia e Montenegro, Um na África do Sul e uns gatos pingados espalhados pela Europa em países mais conhecidos nossos.

Citei apenas os paises mais distantes de nós, brasileiros – não em distancia geográfica, mas em política – e queria agradecer as visitas, e pedir que participem também. Deixem os comentários e participem também do concurso.