Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Publicado em Cinema

As peripécias do arqueólogo mais aventureiro do mundo, com estréia mundial no ultimo dia 22/05, faturou US$ 311 milhões no seu primeiro final de semana em cartaz, desbancando até o Homem de Ferro.

A que se deve? A razão é simples, as peripécias de Indy dão vida a uma das trilogias mais bem sucedidas de toda a história do cinema e o público que via Harrison Ford correndo de pedras rolantes pra salvar o mundo e ficava com vontade de saber manejar um chicote daqueles e usar roupas cáqui pra achar antiguidades valiosíssimas ainda quer sentir aquela mesma sensação quando ouve a música tema.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal inova pouco, a fórmula do sucesso continua com saltos, surpresas, viradas de jogo, mocinha apaixonada (Karen Allen) e vilã sinistramente charmosa (Cate Blanchett). A ação se dá 19 anos após a ultima aventura do herói, que dessa vez enfrenta os comunistas que o perseguem no furor da Guerra Fria.

O que chama a atenção no filme é que não se perde a boa e velha fórmula dos roteiros sem malícia e personagens carismáticos, mas, principalmente, sem cair no pipocão de explosões multimídias tão comuns em Hollywood atualmente. A aposta de Lucas e Spielberg é no talento dos atores e na própria aventura, que não se ausenta em nenhum momento de cena. Agora Indy segue ajudando um jovem rapaz, vivido pelo genial Shia LaBeouf, na busca por uma caveira de cristal para ajudar um velho amigo. A trama se desenrola sem perder o fôlego e de novo Indy mostra, em saltos, inteligência sobre-humana, chicotadas e viradas de jogo, porque é Indiana Jones, o famoso arqueólogo.

O filme se desenrola em referencias aos filmes anteriores e segue linhas mais pra ficção cientifica que pra arqueologia, afinal ainda estamos falando de produções assinadas por George Lucas. Pois é, em Indy 4 temos explosões atômicas, poderes extraterrenos e portais interdimensionais. Se vale a pena? Pra quem via Indy dos filmes anteriores, o novo filme mantém o charme das fugas, e chicotadas do arqueólogo que, agora com 65 anos de idade, continua derrubando vilões no braço e sobrevive a três quedas d’água sem perder o chapéu. O porém é que o mundo de Indy mudou junto com o cinema no hiato entre este e o ultimo filme, os heróis e vilões se tornaram mais reais, e depois de Batman Begins todo mundo precisa justificar as próprias atitudes, não importa se você voa, usa a cueca por cima da calça, tem um super carro ou usa um chicotinho. Mas quem se importa? Quando Indiana Jones coloca o chapéu, tudo de mais extraordinário pode acontecer. A gente só tem que esperar com pipoca, ou Ruffles e Sprite gelada.

Sobre ela

Publicado em Sobre Ela
A Princesa é assim: bonitinha assim, inteligente assim, manhosa assim. Dá vontade de botar no colo, de fazer carinho, de cuidar. Não tem como não sorrir diante da morenice dourada dela, nem do sorriso de fruta fresca. Anna é morena, olhos morenos e boca cheia de madrugada. Princesa que não dorme direito. Anna Ruffles e Sprite porque Coca cola faz mal. Anna de riso fácil. Princesa musical. Anna que fuzila com os olhos. Verborrágica e silenciosa. Anna pra se ter perto. Princesa de ficar junto. Sorriso maroto. Balanço faceiro. Jeito inexplicável de fazer o olhinho escuro apertado ficar enorme quando quer alguma coisa. A cara que ela faz de “Ahn?”. O abraço sem equivalente. O jeito de ser a casa de alguém. Ela bate o pé e ela faz bico. E ai de quem não achar lindo.