Formatura… blargh

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Marcaram uma reunião pra me desacatar, como eu não pude responder na hora e o blog é meu, exponho um email que eu acabei de enviar para a cumissaum de formatura[bb].

Já que quem discorda da Comissão só tem voz por email, segue outro sobre as minhas opiniões, dúvidas e sugestões, dado que não me foi permitido falar na Reunião do Ataque – que jamais teria se realizado se eu e João não tivéssemos questionado coisas de modo coletivo em razão de protestos discretos e mais civilizados nunca terem sido levados em conta – pra Raísa me considerar ainda menos.
Quanto aos ataques pessoais:

Na Reunião, Joaninha – nome falso, lógico- informou que não terá mais consideração (sic!) para com a minha pessoa e mostrou o que me pareceu falta de postura acadêmica e sociabilidade baixa.
Quanto à conduta dela de não me considerar, seja lá o que isso signifique, não entrarei em discussão, dado que é uma faculdade dela gostar ou não de quem quer que seja e não me afeta ou diminui qualquer decisão dessa monta da parte dela, ademais, não entendi a colocação pessoal numa pauta de grupo, mas isso se explicou com o fluxo da reunião, mas certas coisas merecem resposta.

a) Ela falou em um problema “Comissão x Anna Ingrid”:

Não estou capitaneando qualquer confusão ou discórdia. Mas estou pagando o mesmo valor que qualquer pessoa da sala e não acho que seja justo que eu não possa me manifestar quanto aos trâmites de organização de uma Formatura[bb] que também é minha. Os emails que eu mandei com críticas, em sua maioria, continham também sugestões e não me furtei de participar qualquer reunião ou executar qualquer tarefa a mim designada. Inclusive a tarefa de entregar o ofício do Prof. Marcos, que eu nem sabia que tinha me prontificado de fazer até que o ofício chegou a mim, mas estou tentando localizar.
Minha natureza é pacífica e não tenho no meu histórico uma só confusão onde tenha sequer levantado a voz. Qualquer atitude que diminua outra pessoa como convocar uma reunião com a intenção óbvia de atacar alguém presente sem lhe dar chance de resposta, dado que quando eu fui falar Joazinho não me deixou e a própria Joaninha me interrompeu quando eu tomei a palavra por minha conta e os ausentes.
Acredito que sempre se deve conviver do melhor modo possível, e nisso tenho me baseado, cinco anos passados de testemunho mudo do que digo. Sempre fui razoável, ponderada e, sobretudo, verdadeira. Todavia, aprendi que quem fala demais sobre convicções próprias não tem intenção legítima de ouvir alheias, e parece ser esse o caso.
No meu email, não tive intenção de ofender, nem no coletivo e nem no particular a Joaninha, que ainda lhe dói, tanto que não ataquei a pessoa dela, em nenhum dos dois, ataquei a conduta. No primeiro, ela falava da dificuldade de DECIDIR por um grupo, e respondi dizendo que ela não tinha que decidir, e que votasse, em reunião previamente agendada, todas as decisões tomadas porque envolvia uma turma e esta devia ser soberana. Vale dizer, que só algumas votações foram feitas, outras foram decididas internamente, tais como o livro de ouro[bb], que a própria Joaninha me disse ter custado R$ 140,00 no dia em que eu os acompanhei a uma reunião com a Máster, no carro de Leonardo, com ela, Kassinely, Lívia e o próprio Leonardo lá dentro. Sabe-se que o livro custou apenas quarenta reais, o que eu não entendo, é a conversa dúbia e a razão de não ter sido votada a necessidade de um livro de ouro tão caro até pra ser de ouro.
São, todavia, águas passadas e não têm mais relevância a discussão. O que precisa ser dito é que a Comissão precisa deixar problemas pessoais de lado ante a execução de um projeto comum. Não tenho intenção e nem nunca tive de ser inimiga da Comissão de Formatura nem de Joaninha ou Joaõzinho, como nunca o fui de ninguém da sala. Ao contrário, meus atritos lá dentro sempre foram muito poucos e jamais desacatei ninguém.
Porém, vale ser dito que é absolutamente irrelevante se eu sou bem ou mal quista pela Comissão, como também o é se a Comissão me é preciosa ou não. São problemas de outra monta que não têm cabimento aqui dentro.
Sempre que eu discordar de alguma coisa não votada eu irei me manifestar sim, gostem ou não, não em reunião, por não me terem permitido a desforra dos ataques diretos e indiretos, mas pelo meio que eu acreditar mais conveniente. É a hora de ser adulto e aprender a separar amizade de responsabilidades.
Não tinha intenção que qualquer da comissão abandonasse a vida e fosse viver de organização de eventos, e em nenhum momento eu disse isso, só que deviam esperar mais trabalho, dado que são Comissão.
Sugiro que problemas pessoais sejam resolvidos pessoalmente, dado que uma reunião coletiva é um lugar RIDÍCULO pra lavar roupa suja. Além de feio e profundamente deselegante, volto a dizer, é a minha modesta opinião. Cabe discordância, venha de onde vier. Não estou pedindo pra sermos todos amiguinhos, estou dizendo para sermos todos adultos. Se eu sou formanda e vcs são Comissão de formatura a convivência é inevitável.

Da empresa:

Fui a um evento da Empresa e observei alguns problemas. Soube de outro conversando com formando, e teria levado isso a reunião se alguém tivesse me dado a oportunidade. Como não foi o caso, seguem aqui minhas observações:
a) A festa foi ótima. A decoração estava linda, e a descida dos formandos se deu sem maiores problemas visíveis. A banda foi ótima e tocou até pouco depois das 4h, como foi dito pela comissão. Porém, certos eventos menores se deram e os exponho porque eu estava lá e não tenho intenção de ter uma festa ruim. Ao contrário do que se pense:
– Quando eu cheguei, não havia na mesa da formanda que me convidou, cadeiras para que eu sentasse. A razão disso me foge, a dona disse que suspeitava que crianças estivessem ocupando, mas não havia crianças na mesa, aliás, tinha, uma criança que aparentava ter seus 8 anos e eu precisava de duas cadeiras. Seja como for, a solução se deu cerca de meia hora depois;
– Havia um DJ que tocaria na boate do Requinte[bb], tal como haveria, não se sabe, para nós. Fato é, que 4:40 da manha ainda não havia começado. Miguel tava lá e não me deixa mentir. Começou só depois de reclamação.
– A organização do evento, seja comissão, seja empresa, não sei quem é responsável pela disposição das mesas, colocou uma formanda em local mais afastado, no canto da parede, pouco iluminado, e foi pedido, sob prantos da formanda, que fosse colocado no local da mesa dos professores, em local mais aprazível e só depois de muita polêmica, foi sanado o problema.
– O frango do jantar estava frio e o arroz e a salada não estavam bons. Após alguns momentos, a salada foi substituída por uma outra bem melhor. Vale dizer, todavia, que o jantar ficou a disposição de quem fome tivesse até as quatro da manhã.

3 . Sempre que eu tive alguma reclamação a fazer, como tive das fotos minhas que eu não gostei, procurei a Comissão, que resolveu o problema de João mas não o meu e nós dois reclamamos. Minha situação, como fica?

Volto a dizer: não sei a razão de haver entre alguns membros da comissão a idéia fantasiosa de que eu pretendo tornar tudo mais dificultoso, não é verdade. E acredito que ninguém da sala, que paga caro pelo serviço, nem a empresa contratada, que vive disso, têm a intenção de fazer um evento ruim. Também acho que as idéias devem se juntar em prol do melhor evento e é sinceramente ridículo, obtuso, patético e absurdo que alguém em sã consciência realmente acredite que eu pretendo fazer um investimento de três mil reais numa coisa e que trabalhe para que não preste.
Tem que rir.

Reminiscências

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I

Pra quem não sabe ainda, o que deve ser todo mundo porque não tenho lembrança de ter me manifestado a esse respeito, eu estou fazendo um curso preparatório para concursos na área trabalhista, mais especificamente para magistratura e MPT. O curso é ótimo, os professores são maravilhosos e estou meio passada de admitir que aprendi bem pouco nos meus nem tão saudosos cinco anos de Academia.

Nesse curso, eu estou tendo a oportunidade de estudar com uma professora que eu tive na graduação que eu adorava, e foi com ela que eu conversei hoje, tipo coleguinha de sala, e eu vi que ela é mesmo tão legal quanto eu achei que ela fosse.

II

Tem coisa que me irrita. E eu sou uma pessoa fácil de conviver, tenho até lá as minhas crises existenciais, mas no geral eu me visto sempre de bandeira branca, a vida em sociedade no que me diz respeito, tá, via de regra, exigindo que eu saiba conviver. E isso eu sei fazer.

De qualquer modo, guardo no peito me matando por dentro dois esculachos que eu não dei. O primeiro eu não dei porque, na ocasião, estava assaz interessada numa cobertura no Céu, porque só isso mesmo justifica uma estultice dessas. Mas, se eu não falei na hora, o câncer que me dá na garganta cada vez que eu lembro me dá uma sensação de impotência, mas já tá feito, mas se for pra voltar no tempo eu prometo que eu digo.

Não tolero mais, e isso eu devo a pessoa certa e determinada, a capacidade alheia de se meter na minha vida. É aquela de notar que você tá com uma espinha na cara, engordou dois quilos, é vesga, o escambau a quatro. E ainda se reservam o direito de falar besteira, pra não dizer nada mais fétido. Interessa a quem que você tem 35 anos e não se casou? A quem interessa que eu engordei? Por que interessa a alguém que o meu pai passou 13 anos com um Fusca?Qual a legitimidade que você tem pra me dizer que se eu estou agindo como quem tem um problema, certamente é por estar preocupadíssima com o seu namoro recente com o meu amigo? Dá vontade de mandar ver o filme do Pelé.

Um dia desses, a minha tia me disse que eu estou muito gorda e, continuando assim, estarei fortemente assemelhada a uma pamonha mal amarrada. E isso foi a gota dágua, respondi prontamente que sim, engordei. E estava terminando o curso superior, tinha um namorado lindo, ambição na vida que não envolve um casamento com um maxo que é comerciante porque tinha uma bodega e quando faltava só um ano pra se aposentar, virou contribuinte da previdência de um salário só, e tem uma miséria de rendimento pra sustentar os três filhos vagabundos.

E nem é da minha natureza ser assim estúpida, mas vai chupar prego até virar parafuso, caramba. O que me lembra o esporro que eu não dei em outro Zé. E esse mais Zé do que qualquer outro Zé. Um bem Ninguém mesmo. E a história nem cumpre lembrar. Cada vez que eu lembro do que eu não disse me dá urticária de novo. Pra esse a melhor resposta é eu ser feliz. E ser feliz do jeito que eu sou, estudando pra conseguir o que eu quero, aprendendo a ter gente perto, sorrindo muito e continuando com as minhas referências “vazias” sobre tudo, porque eu sou assim. E me sinto mais mulher. Meu passo, querendo ou não, tá mais firmado e minhas afirmações mais categóricas.

E isso eu nem entro em sede de comissão de formatura atuando contra os interesses da turma, querendo ter menos trabalho em vez de qualidade. Me irrita. Me desgasta. E quanto mais curta a paciencia mais fácil eu estourar e começar a berrar impressões, opiniões, e, principalmentes, verdades que eu sei desde muito tempo e a praxe da convivencia harmoniosa não me deixou externar. Mas e daí? Eu devo????

Até pintei as unhas de vermelho pela primeira vez na vida. Porque eu posso. E isso me basta.

Nenhum aquário é maior do que o mar

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Nessa madrugada de Lenine, eu estou aqui pensando e vendo a lua cheia enorme aqui pela porta que eu nem fechei pra ver a lua. Eu estou devendo alguns posts e pedido de desculpas eu nem faço mais porque eu to com vergonha de tanto tempo sem post e tanta embromação com blog novo/blog velho.

Eu sei que eu prometi voltar com tudo, e até restaurei o blog, mas eu não tenho mais o mesmo tempo que eu tinha pra postar nos áureos tempos do Caderno. Fiquei feliz demais com um comentário que eu vi aqui, de uma moça, a Pam, que me pediu pra não parar de escrever(comente mais vezes). Pam, eu adorei o comentário, fiquei tocada de verdade e tenho me esforçado pra conseguir postar alguma coisa aqui ao menos uma vez por semana mas tá difícil. E te explico as razões.

Vida pós faculdade e pré emprego é uma desgraça. Aliás, é assim uma calamidade. Eu tenho vinte e três anos de idade e dependo do meu pai pra tudo. Ele, por sua vez, não perde uma só oportunidade de me lembrar que ele trabalha desde os dez anos de idade, e eu ja to atrasada em treze anos né?!Cruel.

É quase como ficar presa num aquário dentro do mar, e já diz Lenine, nenhum aquário é maior do que o mar. E me resta só torcer pra nadar melhor e dar meus saltos mais altos, até sair do aquário.

10 Razões para Amar o Rio Grande do Norte

Publicado em Lugares

Acredito que não é segredo pra ninguém que o dourado da minha pele vem do sol do RN. Está localizado na Região Nordeste e tem como limites a norte e a leste o Oceano Atlântico, ao sul com a Paraíba e a oeste com o Ceará. Não deve ser segredo também que eu adoro o meu estado e algumas pessoas já devem ter presenciado certas discussões que tive com gente de outros lugares que desmereceram o lugar. Não que todo mundo tenha obrigação de gostar daqui, mas respeito é o mínimo.
“Ah Anna, por que é tão bom morar no RN?” é uma questão que eu já ouvi de Moga[1] que nunca respondi porque é uma questão subjetiva e o máximo que eu consegui foi dizer – que não pressupõe que tenham me entendido – as razões de ser e estar aqui ser tão fundamentalmente maravilhoso pra mim – final das contas eu sou “eucentrica” mesmo.
1. Eu adoro o cheiro do arroz de leite e o jeito como o queijo coalho se estica quando tá quente e não comi nunca fora daqui arroz de leite melhor do que o potiguar. E arroz de leite é uma questão meio fundamental pra mim, eu sou meio compulsiva e como enquanto tiver, eu sei que isso é triste mas podia ser chocolate né? Melhor que seja arroz.

2. Baraúnas. Não que eu goste de futebol ou ache que aquele povo mereça ganhar milhões pra jogar bola enquanto eu me lasco de estudar pra ser Juíza do Trabalho e ganhar um salário legal que não amarra nem a chuteiro do daquele panaca com cara de deficiente que dorme com travestis e nega. – nada contra dormir com travesti, mas precisava daquele auê? – E ele ainda é GORDO. Mas, voltando, o Baraúnas é um time liso que tá sempre disputando o campeonato estadual com times menos lisos e times que têm alguma renda, mas como os jogadores precisam ter um trabalho de verdade pra pagar as próprias contas, o futebol nunca é lá essas coisas, mas é divertido e estimulante ver que eles estão tentando, que não importa quantos apelidos patéticos e pouco criativos o pessoal do Potiguar – time mau – inventa pra fazer reduzir a moral dos torcedores do Barú. Tipo barugay, podia ser mais pobre? Sem contar que o Potiguar só não perde quando não joga. É ridículo. O Potiguar é tão ridículo de um jeito que conseguiu perder o estadual pro Baraúnas duas vezes seguidas no mesmo ano. Pra que os meus leitores (rá rá) de outras regiões entendam, segue uma comparação pra visualização universal: os torcedores do potiguar são equivalentes em insuportabilidade aos framenguistas e curinthianos. Bléh.


3. O RN é uma das economias que mais crescem em todo o país e uma das populações mais simpáticas. Não é difícil ver gente de outros estados vir pra cá e querer voltar em definitivo dada a facilidade de oportunidades e a tranquilidade do lugar, felizmente ainda livre de grandes problemas de cidades enormes. Fato é que quem vem pra cá costuma gostar do que vê: porque tem tudo o que se precisa em termos de infraestrutura sem toda aquela confusão super habitada. Eu gosto, ele gosta, nós gostamos, se você não gosta tem certamente o guia errado.


4. Praias. Eu não sou chegada lá muito em praia, mas o nosso litoral é enorme e lindo. A costa branca é absolutamente fantástica até pra mim que não gosto. Sabe o que dizem né? Se conseguir convencer um inimigo, então é porque deve ser verdade.
5. O RN, só em Mossoró, produz 47 mil barris/dia de petróleo, sendo o município o maior produtor em terra do país. E isso é um dos fatores de desenvolvimento do estado nos últimos anos.
6. Segundo o IBGE, o estado é o que melhor paga no NE em empregos formais. Ademais, está entre os três melhores salários para a educação da região.
7. Fomos o primeiro estado a abolir a escravidão do país, 5 anos antes. Isso sempre deu feriado aqui, o dia 30 de setembro, mas agora o orgulho virou turismo e temos uma programação especial voltada à liberdade em setembro, dado que ao longo da história, outros eventos referentes a liberdade e a nossa vanguarda se deram no estado, entre eles: * Abolição dos Escravos em 1883 (5 anos antes da Lei Áurea);
* O Motim das Mulheres em 1875;
* O Primeiro Voto Feminino, de Celina Guimarâes, em 1928;
* A Resistência ao bando do mais famoso cangaceiro do Nordeste, o Lampião, em 1927;
8. Ah! Povo bonito. É inegável, nós somos lindos.
9. Temos o jornal mais antigo do interior do Brasil, O Mossoroense, fundado em 1872 (vide Wikipédia).
10. Temos águas termais. Se não sabe o que é, definitivamente precisa nos visitar.
[1] Mó galera.
Ps. E se nenhuma dessas for suficiente, é a terra da Anna, e isso há de ser.

A volta dos que não foram

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Algumas verdades sobre mim precisam ser ditas. A fundamental é que a minha vida mudou muito rápido e dessa mudança ela já mudou de novo e agora eu sou uma nova versão de mim mesma. E aí que essa nova eu, ou uma eu melhorada, tava achando difícil escrever no Caderno, dado que tava me parecendo muito ruim mesmo tudo o que eu escrevi ate hoje. Mas como teve campanha, estou dando um time on. Assim pra ver no que dá.
E, como o que nos torna a gente assim, não muda porque a gente é mirabolante assim que nem eu, aí eu queria bolar umas coisas novas, tipo um blog novo, de novo. Aí geral me pediu pra remoldar o Caderno às minhas novas necessidades. E cá estou. Vai que dura né? Afinal de contas, eu e esse blog temos uma relação assim meio namoro de vagabunda. A gente vai e volta mas o tesão só amorna, se acaba nunca.
Aí que hoje o meu dia começou ontem. Eu to acordada desde as 8 da manhã de ontem. E no pique, ia pro Praetorium hoje assistir aula do meu professor preferido no mundo inteiro, Bruno Zampier – depois eu falo mais dele- e acabei ficando em casa pra lavar roupa. Ta, eu sei que é uma escolha um tanto babaca, principalmente sendo Zampier quem é, mas eu precisava de roupas limpas e assim, as minhas crises de insônia me deixam queimando gasolina azul. E eu fico hiperativa MESMO. Aí, que que eu fiz? Volume máximo, dançando com a vassoura enquanto varria casa, cantando tudo o que passava, um passinho ou outro com Capitu e a máquina lavando a roupa. Pra ficar o mais cansada que eu puder pra conseguir dormir umas horinhas a tarde pra dar conta de prestar atenção na aula de hoje a noite.