A volta dos que não foram

Algumas verdades sobre mim precisam ser ditas. A fundamental é que a minha vida mudou muito rápido e dessa mudança ela já mudou de novo e agora eu sou uma nova versão de mim mesma. E aí que essa nova eu, ou uma eu melhorada, tava achando difícil escrever no Caderno, dado que tava me parecendo muito ruim mesmo tudo o que eu escrevi ate hoje. Mas como teve campanha, estou dando um time on. Assim pra ver no que dá.
E, como o que nos torna a gente assim, não muda porque a gente é mirabolante assim que nem eu, aí eu queria bolar umas coisas novas, tipo um blog novo, de novo. Aí geral me pediu pra remoldar o Caderno às minhas novas necessidades. E cá estou. Vai que dura né? Afinal de contas, eu e esse blog temos uma relação assim meio namoro de vagabunda. A gente vai e volta mas o tesão só amorna, se acaba nunca.
Aí que hoje o meu dia começou ontem. Eu to acordada desde as 8 da manhã de ontem. E no pique, ia pro Praetorium hoje assistir aula do meu professor preferido no mundo inteiro, Bruno Zampier – depois eu falo mais dele- e acabei ficando em casa pra lavar roupa. Ta, eu sei que é uma escolha um tanto babaca, principalmente sendo Zampier quem é, mas eu precisava de roupas limpas e assim, as minhas crises de insônia me deixam queimando gasolina azul. E eu fico hiperativa MESMO. Aí, que que eu fiz? Volume máximo, dançando com a vassoura enquanto varria casa, cantando tudo o que passava, um passinho ou outro com Capitu e a máquina lavando a roupa. Pra ficar o mais cansada que eu puder pra conseguir dormir umas horinhas a tarde pra dar conta de prestar atenção na aula de hoje a noite.

5 ideias sobre “A volta dos que não foram

  1. Acho que você deve começar outro blog.

    Te conhecendo, você está com o novo na cabeça e só está adiando a morte desse, coisa que em dias você larga novamente.

    Injeção nova de ânimo e, pelo menos, dessa vez, que dê valor ao dito cujo.

  2. Pois eu já acho o contrário do Marcos e concordo com o Meder – parabéns pra ele por conseguir em 3 linhas o que eu levei meia madrugada tentando e não consegui – em ela apenas reformular o conteúdo.
    Até pq querendo ou não o endereço é só algo “físico” o que torna ele um blog são as idéias e os posts criados.
    Criar outro blog só iria mudar o “problema” de lugar.

    Boa sorte nessa nova fase do Caderno, e que você consiga moldá-ço a maneira que você deseja, até pq minha idéias pra nome de blog já acabaram 4785.

  3. Isso aí, Sisto…

    Mas pelo que eu entendi, tu passou um tempo ‘amaciando’ as idéias dela e eu só cheguei pra dar o golpe de misericórdia… hehehe

    Acho que o blog é um reflexo do que ela quer fazer dele… se ela quer fazer o blog melhor, ela tem todas -e repito TODAS- as condições de fazê-lo… sempre gostei da idéia de um “caderno insone”, acho que pq eu sempre tenho delírios antes de dormir…

    ABracetas
    MEder

  4. Ah em se tratando do que vc escreve quanti mais melhor, nao importa o blog to sempre aí.

    Ó ó, c ta ganhando. Desculpa por eu não ter agradecido vc ter colocado meu nome nos agradecimentos da monografia. Fiquei muiti lisonjeada e honrada.
    Tambm te amo pa caralho
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